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Em Nova York, donas de casa são remuneradas

Por i vie

Há alguns dias o “The New York Times” revelou que algumas mulheres no Upper East Side estavam recebendo um "bônus esposa" pelas tarefas domésticas.

O “bônus esposa” é exatamente o que parece: a mulher recebeu no fim de ano um dinheiro por executar seus deveres de dona de casa. Elas recebem, por exemplo, se conseguem controlar o orçamento doméstico ou se as crianças entram em uma boa escola.

O fato, obviamente, levou muitas pessoas à indignação. Mas, segundo a Business Insider, o "bônus esposa" é completamente defensável!

Um casamento é a união de duas pessoas para seu benefício mútuo. Tradicionalmente, isso significa uma divisão de tarefas, ele é o agricultor, ela é a cozinheira, etc.

Vivemos em uma sociedade que, gostemos ou não, a maioria das mulheres abraça o papel de fazer quase todas as tarefas domésticas. Em uma casa tradicional, a mulher exerce essas funções o tempo inteiro e não é remunerada, deixando o marido livre para aventurar-se no mercado de trabalho e fornecer o sustento financeiro da família.

A verdade é que isso já deixou de ser uma realidade em muitos lares, mas ainda acontece em várias famílias, principalmente nas mais abastadas financeiramente. O marido proporciona uma vida de luxo para a família mas paga o preço de passar longas horas no escritório.

Um dos pais trabalhando e outro, normalmente a mãe, cuidando da manutenção não remunerada da casa e das crianças parece uma situação injusta, mas não é economicamente irracional.

Se esta é a forma como o seu agregado familiar trabalha, o tal “bônus esposa” faz todo sentido. A mulher trabalha muito para manter a família em ordem, e merece sua parte da renda familiar. E porque não um extra no final do ano?

O contra-argumento é que uma conta conjunta basta, sem a desconfortável sensação de que o marido é o "chefe" de sua esposa, distribuindo dinheiro como lhe aprouver.

Mas a chave é não ver a relação como a de um patrão/empregado, mas sim como participação nos lucros entre dois parceiros.

E uma conta conjunta é um campo psicológico minado. Há uma tendência do parceiro que trabalha em acreditar que ele tem mais direito de decidir como gastar, porque foi ele quem conseguiu o dinheiro. Um “bônus esposa” pode reduzir essa mentalidade.

O “bônus esposa” dá às mulheres não só a liberdade financeira, mas também a liberdade da culpa. Com a conta conjunta, e antes de iniciar um sistema de bônus, a mulher pode relutar em gastar o dinheiro do casal com ela. Quando ela tem um montante quantificável para gastar, não se sente culpada.

Ser dona de casa é, definitivamente, um trabalho, uma ocupação. Chegou a hora das mulheres serem recompensadas por isso. Esta pode não ser a solução perfeita, mas não é tão irracional quanto parece à primeira vista.

E, francamente, se uma mulher não recebe seu bônus no final do ano, pode ser a hora de ir procurar em outro lugar.

 

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