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7 problemas para não resolver por seus filhos

Por i vie

Maternidade é uma estranha tensão entre seguir seus instintos e esmagá-los. Quando nosso filho tropeça e cai, disputa algo com um amigo ou tem que lutar de alguma outra forma, nosso primeiro impulso como mãe é resolver o problema, imediatamente: levantá-lo, tirar a terra e a poeira de suas calças, argumentar ou derrubar o argumento do amiguinho ou reconstruir a torre que desabou. Mas, tanto quanto incomoda a discussão infindável de pais supercuidadosos, temos que nos lembrar que não é nosso trabalho tornar a vida dos nossos filhos tão fácil quanto possível e que isso é, muitas vezes, contraproducente.

Veja abaixo sete problemas que não vamos resolver para nossos filhos, segundo artigo de Leigh Andersen:

1. Tédio

O tédio parece ter desaparecido da infância. As crianças têm toneladas de atividades, lição de casa aos montes e um milhão de opções de entretenimento, especialmente os tecnológicos, na ponta dos dedos. Mas o tédio pode realmente ser benéfico – ele pode levar as crianças a experimentar coisas novas. Quer uma boa sugestão de resposta para "Mãe, eu estou entediado"? "Não há problema em ficar entediado."

2. Frustração

Eu fico de cabelo em pé com uma frustração minha, tal como o meu marido, mas lidamos com isso de maneiras totalmente diferentes.

Eu tendo a ficar enfurecida e fico remexendo tudo o que está me frustrando, ficando mais e mais furiosa neste processo. Meu marido sente os primeiros estágios da frustração, dá um tempo no projeto e o larga por um tempo.

E volta quando ele está mais calmo. A pausa lhe dá espaço para pensar; ele geralmente consegue resolver o problema no próxima round.

Esta estratégia tem sido uma revelação para mim. Quando meu filho fica furioso que a casa de Lego que ele construiu ruiu, digo para ele brincar com outra coisa por um tempo e depois voltar. Uma vez que se acalma, ele geralmente resolve o problema sem pânico.

3. Não gosta da comida

Seguimos a tática da “divisão de responsabilidades”, de Ellyn Satter, para alimentar nossos filhos, o que significa que às vezes eu sirvo comidas que eu gosto e outras vezes faço coisas que as crianças gostam (embora normalmente eu procure coisas que todos gostem).

Se eles não dão bola para o prato principal, tudo bem - há sempre algo sobre a mesa que vão comer. É importante que eles saibam que todos, inclusive a mãe, têm seu jantar favorito às vezes.

4. Falhar

O medo do fracasso, escreve Jessica Lahey, significa, no limite, que os alunos não assumem riscos intelectuais. O encontro com o fracasso, ou a possibilidade de fracasso, ensina às crianças habilidades para resolver problemas e dão-lhes diligência. Se meus filhos estão fazendo uma conta que eu percebo que está errada ou estão construindo uma ponte que percebo que vai cair... bem, é assim que eles aprendem. Não é o meu trabalho afastá-los sempre do fracasso. Eles precisam falhar para aprender.

5. Ficar sem dinheiro

Sou grande fã de Ron Lieber e seus ensinamentos para crianças sobre dinheiro.

Ele aconselha que nosso filhos assumam mais e mais responsabilidades por suas próprias despesas, assim como entregar o orçamento de roupas do ano e deixar que aloquem como quiserem.  “Nesta fase, o dinheiro é para a prática. Os erros são inevitáveis ??e podem até mesmo ser um tipo de entretenimento. Nós queremos que eles cometam erros enquanto eles ainda estão sob nosso teto, e não mais tarde, quando as consequências são piores".

Então, se meu filho estoura seu orçamento de roupa com um par de tênis caro, e não tem nada sobrando, bem, essa é a lição. Ele provavelmente não vai cometer esse erro duas vezes.

6. Interferir com seus amigos

Muitas vezes fico tentada a mediar disputas dos meus filhos com seus amigos. Mas acho que as crianças precisam ter conflito, a fim de saber quais são seus limites. Elas têm que negociar relacionamentos por conta própria para desenvolver controles no seu comportamento - é parte do desenvolvimento de um instinto social. Eu não vou lhes fazer nenhum favor que possa dar um curto-circuito nesse processo.

7. Lição de casa

Tenho lido um pouco sobre as "guerras de lição de casa" ultimamente – como crianças são inundados com horas e horas de trabalho que atrapalham o tempo da família, de sono e de outras atividades.  Quando digo que não vou resolver o problema da lição de casa, não quero dizer que não oferecerei ajuda se eles precisarem de mim para explicar uma lição de geometria ou falar sobre “O Apanhador no Campo de Centeio”. Significa apenas dizer que não ficarei sentada segurando suas mãos durante todas as horas de lição de ciências ou de matemática. Fixo um prazo para o tempo da lição, e o que não for feito não será feito e ponto final.  As crianças passam um dia inteiro na escola e merecem algum tempo à noite para si e para o sono. Isso é mais importante do que cada pedaço de lição terminada.

Então, com certeza, eu também quero que meus filhos sejam bebês para sempre, afastando todos os obstáculos de seu caminho e beijando-lhes cada dodói.

Mas eles precisam aprender a ser independentes de mim e encarar os desafios. Porque se não o fizerem, isso seria a criação de um problema ainda maior do que os que eles, eventualmente, precisam resolver por conta própria.

 

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